Gerenciamento de crise

02 jul 2020 AMS, Artigos, Áudio e Vídeo, Avantia Labs, Cases, Experiência do Cliente, Facilities, Industria, Infraestrutura, Logística, Mercado Financeiro, Security Talks, Tecnologia de Segurança, Varejo

Em meio a esta pandemia, nos deparamos com situações inusitadas que atingiram muitas empresas de surpresa. Esta situação nos mostrou a importância de um planejamento de crise bem estruturado, que deve ser elaborado e premeditado com antecedência.


Para sobreviver a uma crise é importante estruturar um plano preventivo e contar com o envolvimento de uma equipe multidisciplinar. Membros da diretoria de áreas como logística, recursos humanos, segurança do trabalho, segurança empresarial, TI (para ataques cibernéticos), área de comunicação (para a preparação do porta-voz em nome da empresa), devem se preparar previamente e saber como agir em momentos difíceis, de forma rápida e eficiente.


Estamos falando sobre qualquer grande evento atípico que trará impacto para uma organização: seja por motivos econômicos, estruturais, logísticos, cibernéticos, ou fenômenos da natureza.


Uma crise é composta por 3 momentos: o antes (simulações e treinamentos), o durante (execução do plano de ação) e o depois (o momento da retomada). Os riscos são elementos vivos, por isso é importante praticar simulados mensais e repensar no plano geral pelo menos a cada 2 anos, no caso da ausência de mudanças no cenário político, econômico ou organizacional.


Os planos de contingência devem ser elaborados em tranquilidade, com planilhas e análises de situações inusitadas, com os riscos que cada situação pode trazer. Mensurar e priorizar, de acordo com o impacto estimado, listar as vulnerabilidades e incluir investimentos preventivos.


O gestor de segurança deve entender do negócio em que está inserido, para considerar qual o tipo de crise que pode impactar mais no seu ramo de atuação, e todos os colaboradores de uma organização devem saber como agir em uma situação de risco, simulados devem ser realizados e a liderança devidamente preparada para a conduta.


Os riscos podem vir de ambientes internos, como incêndios, explosões, queda de energia, falta de produtos, sabotagem, ataques cibernéticos, ou de ambientes externos, como vendavais, terremotos, pandemias, furacões, inundações, riscos biológicos, entre outros.


Inovação e tecnologia

Sabemos que testes e simulações envolvem custos para uma organização, mas são de suma importância. Momentos de crise apontam falhas no sistema e permitem a criação de ações corretivas e preventivas, que podem contar com o apoio da tecnologia, como por exemplo:


Softwares que fazem simulações de catástrofes, trazem respostas efetivas e ágeis para diversos cenários;


Plataformas de gerenciamento de riscos que apontam e mensuram riscos para cada situação;


Analíticos de vídeos que detectam aglomeração de pessoas;


Tecnologias de controle de acesso com aferição de temperatura e uso de máscara, para a prevenção da contaminação em caso de doenças


Com a história, aprendemos que novas tecnologias podem surgir em momentos de crise, e que a prevenção compensa mais do que as perdas. Investimentos em processos e treinamentos se transformam em receita para uma organização.

Este episódio do Security Talks Online com o Rodrigo Villela Dirani, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro e gestor de segurança da Robert Bosch, conduziu com domínio este tema, com informações muito relevantes. Acompanhe na íntegra:

Assista os episódios anteriores aqui

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